9/29/2008

demorou, mas plêiade veio..

...o que posso dizer de um cara que escreve isso:


“Você me diz
quase constrangida
que as canções que eu amo
te deixam tão triste
quanto um domingo de chuva
mas eu também amo a chuva
e seus domingos
e a melancolia que eles vem me trazer
é como um presente ...o mesmo presente
mas sempre querido

Canção triste eu te amo
como a uma mulher
que me quer só um pouco
e não me quer" (Requiem, de Claudio Pimentel)

ou
"Com os sonhos de que tive essa noite
não era nem pra eu sair de casa
com os monstros que eu dormi essa noite,
não era nem pra eu sair da cama
mas eu precisava olhar os teus olhos
e dizer as mesmas coisas de todos os dias
pra que você
nunca se distraia
de mim..."

Tenho acordado,praticamente, ouvindo a Plêiade... de quem sou fã há tempos... mas este disco, quanto mais ouço, mais amo... meu trecho de ônibus até o trabalho me acorda, me emociona, me faz ficar outra vez inebriada por essas canções que deixam meus dias mais vivos... pra plêiade acho que que ainda não disse: valeu, por estas canções que embalam minhas caminhadas pela pela mateus leme, pela roberto barroso, pelo calçadão da XV, pela Cândido de Abreu... que deixam essas manhãs de segunda um pouco mais fáceis... (Adri)

3 comentários:

Túlio disse...

Tem pra ouvir em algum lugar? gostei da letra.

Ivan disse...

www.myspace.com/bandapleiade

taí Tulio

Marcelo Urânia disse...

belo texto, adri. belas letras. tb serei obrigado a chegar chegando no myspace. \o/