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6/08/2011
Humanish - Eu acredito em você (com participação de Linari)
No próximo dia 25 de junho, sábado, nossos amigos do Humanish fazem o lançamento do seu primeiro disco. Pra esquentar os motores, posto aqui um video da apresentação deles no Peppers, no último dia 30 de abril, que tem nos vocais a participação do Linari do La Carne. Cheers!
5/08/2011
La Carne - Desconhece o rumo mas se vai
Desconhece o rumo mas se vai é o disco que mudou tudo, pra mim, em relação ao La Carne. Até então, a gente tinha os discos em casa, mas se eles foram escalados para o Rock de Inverno 4 foi pelo aval de gente como Rubens e aposta do Ivan. Naquela época, em 2003, se não me engano, os discos deles não me falavam tão fortemente. Quando ouvi a música e o disco Desconhece o Rumo mas se vai tudo mudou e desde então minha 'indiferença' em relação à banda de Osasco se transformou em mergulhos em palavras que dizem muito do penso da vida e do jeito como quero viver. Desconhece o rumo mas se vai, hoje, é como um hino pra mim. É daquelas canções que volta e meia voltam ao fone pra que eu lembre do que sou feita, pra que eu me realimente dos sentimentos e sensações que realmente me ajudam a levantar em mais uma segunda feira. Foi a primeira música que eles tocaram no show do Peppers, no lançamento do Folhetim Urbano, junto com Humanish, no ida 30 de abril, em Curitiba. Eu tava lá. E o que eu vi, taí. É por essas e outras que gosto cada vez mais de gravar os shows das bandas que eu gosto; pra poder "sempre que sentir necessidade re-lem-brar".
E pra poder sempre bradar em alto e bom som - e espantar os maus agouros de perto:
"Desconhece o rumo mais se vai, não importa o medo que isso traz! Não me adoeça!" (Adriperin)
5/06/2011
4/26/2011
De Inverno lança EP Virtual “La Carne – Acústico Mundo Livre”


BAIXE: mediafire - rapidshare
A banda La Carne, de Osasco (SP) se apresenta nesta sexta-feira (29/04), no Joker´s Pub, em Curitiba, dentro do projeto Acústico Mundo Livre, da rádio Mundo Livre FM (93,9FM), ao lado dos locais do Folhetim Urbano. O selo curitibano De Inverno Records aproveita a oportunidade e lança o EP virtual – “La Carne – Acústico – Mundo Livre”, com as gravações feitas pelo grupo especialmente para o programa da emissora. São sete faixas, todas de composição da banda, que mostram o La Carne em um formato até então inédito, onde Jorge Jordão substitui sua clássica telecaster por um violão. A gravação foi conduzida por Vinicius Braganholo, no Nico´s Studio, em Curitiba, com produção de Marielle Loyola (Mundo Livre). O EP pode ser baixado no blog De Inverno – www.deinverno.blogspot.com .
O La Carne surgiu em 1995 e lançou quatro discos, o mais recente, “Granada”, todos independentes. Em todos eles, uma música cheia de arestas, sem concessões, embalada por um trio de instrumentistas que como Linari diz, cria um “equilíbrio tenso” entre o som pós-punk e as letras urbanas e ácidas do vocalista. Nelas cabem tanto o caos dos grandes centros quanto as agruras da vida adulta, envoltas em um niilismo irônico e desencanado. “Contra corrente desde sempre baby, contra os abutres que devoram devagar”, brada Linari na faixa de abertura. “Amor tenho quarenta anos, e acho que não aprendi nada”, confessa na smithiana “Descida”.
No sábado (30/04), o La Carne faz outro show, no Pepper´s Bar, dessa vez no tradicional formato plugado, ao lado do Folhetim Urbano e do Humanish. A noite marca ainda o lançamento do disco do Folhetim, “D'aurorà Tormenta”.
Serviço:

Sexta, 29/04
La Carne (SP) e Folhetim Urbano (PR)
Joker´s Pub
R. São Francisco, 164
Entrada Livre até as 21 h/ Após R$ 15,00

Sábado, 30/04
La Carne, Folhetim Urbano e Humanish (PR)
The Pepper´s Bar
R. Inácio Lustosa, 496
23h - R$ 8,00
Contatos:
Site: www.lacarne.com.br
Facebook: facebook.com/LaCarne
Myspace: www.myspace.com/llacarne
De Inverno
deinverno2@gmail.com
deinverno.blogspot.com
4/01/2011
La Carne - Decida
saudade desses canalhas!
e se você não conhece e ainda não ouviu, faça um favor a si mesmo. Baixe Granada, o disco mais recente dos caras. Rock de verdade, sem mimimi, com sangue nos olhos e a faca entre os dentes.
baixe aqui
1/17/2011
5/13/2010
11/06/2009
Mais uma Granada do La Carne
Jornal do Estado/ Bem Paraná
La Carne apresenta o repertório de Granada, seu disco mais poderoso, até agora (foto: Divulgação/Edson Kumasawa)
Banda de Osasco mostra as novas músicas hoje no 92 Graus
Adriane Perin
A banda La Carne, de Osasco, está em Curitiba hoje para mostrar o repertório de um dos melhores discos do ano. Granada, quarto trabalho da banda, que se apresenta no Espaço Cultural 92 Graus, ao lado de Folhetim Urbano, Gruvox e Popstars Acid Killers, de São Paulo, tem um nome bem apropriado à história e à postura de Linari, Jorge, Carlos e Chicão. Granada é o sucessor de outro petardo, Desconhece o Rumo mas se Vai, e conseguiu ser ainda mais devastador - ou alentador, dependendo do olhar.
Uma história musical que iniciou em meados dos anos 90, e no começo, lembra Linari, eram os sonhos comuns a todo iniciante de fazer a vida na música, ter seu trabalho reconhecido - também por uma gravadora com força para dar suporte. Mas, o tempo passa, a realidade provoca e depende de cada um, a reação. A do La Carne foi seguir fazendo uma música como ninguém mais faz, de um vigor que namora o violento, calcado numa realidade ou situações mais fáceis ignorar. Nas músicas, Linari - um professor de História que leva pra cima do palco toda sua (ou seria nossa?) fúria, ainda que seja um cara gente boníssima - canta “cenas” que nos contam sobre um mundo que vive nas bordas. As ansiedades, as sacanagens que a vida apronta, o que lhe incomoda, ele transmuta em letras certeiras que explodem e implodem, se jogando na cara com força capaz de derrubar.
Se o compositor e cantor considera os trabalhos anteriores “manifestos”, com este Granada bate à porta uma certa maturidade. “A constante referência às letras me orgulha, claro, mas sempre tive um desejo íntimo que enxergassem no som a mesma ousadia que vejo; e isso, agora ficou muito evidente. Em comparação aos outros, desta vez repararam mais nisso também”, observa, com razão, afinal é o trio de instrumentistas feras que dá as bases tão perfeitas, com um equilíbrio tenso, para as histórias que Linari canta. Ajudou para isso, acredita o compositor, a produção de Bill Reinikova, amigo do tempo de escola e integrado ao circuito Grammy. “Grande parte do mérito deste disco é dele”, avalia, tentando se “eximir da culpa”.
Antes de mais nada, no entanto, teve a confiança de Wellington Dias, do Zine Gramophone, um seguidor da banda que motivou os rapazes. “Os anteriores foram feitos num “esquema guerrilha”, diz. Bom Dia Barbárie e Desconhece o Rumo Mas se Vai, em sua visão, são discos mais de um gueto político que artístico. “Na época não era tão evidente que as gravadoras estavam falidas, hoje é bem chique e todo mundo fala isso. Depois que gravamos o primeiro e não tivemos o retorno que imaginávamos nos perguntamos e agora?”, lembra. “Pra gente sempre foi muito mais prazeroso tocar junto do que fazer planos profissionais. E não somos virtuoses, viemos do punk rock, somos de pegar estrada junto”. Se a gravadora esperada inicialmente não veio, vieram fãs que espalharam a boa nova sobre, não uma nova “bandinha indie”, mas uma banda de verdade. Que faz música pra gente grande! Que não surfa na moda, não tem uma moçoila simpática na linha de frente, nem rapazes com seus cabelinhos bem penteados, mas tem o que ainda interessa para muita gente: música de verdade, que acerta em cheio.
Granada – lançado pelo selo Senhor F – está com boa repercussão “nesse nosso pequeno mercado alternativo. Recebemos muitas palavras carinhosas”.
Já a “outra mídia”, é indiferente. “Se voce me perguntar porque, não vou te responder porque não convém a mim julgar. É evidente que no meu íntimo penso mil e uma coisas. Imagino que não vejam relevância no que fazemos”, investiga, com a tranquilidade absoluta que vem da segurança de quem sabe que é isso que quer.
Certa vez um amigo puxou papo sobre o La Carne com um desses grandes jornalistas nacionais, que já havia falado bem da banda, conta Linari. Ele disse que o tempo do La Carne passou. “Falando bem desapaixonadamente, isso tem sentido. A gente sempre foi ruim de mídia”, diz. Postura assumida no texto pessoal do encarte do disco anterior, que com suas palavras deixava às claras as intenções. La Carne não nasceu para fazer tipo. Muito menos pra frequentar. Hoje, Linari pondera. “Não sei se foi correto, mas na época havia muita pressão em cima da gente e escrevi como um manifesto de intenções. Porque é muito fácil alguém bater na testa da gente carimbos incomodos, como uma banda injustiçada e detesto isso”, diz, comentando entrevista que viu recentemente de Tom Zé, que o fez chorar. “Confesso, me identifiquei quando ele disse que ninguém tem culpa de seu ostracismo, porque ele sempre teve um pouco de vergonha de ser artista. Porque de onde ele veio, bater no peito e dizer que é artista é complicado. Talvez isso revele essa inabilidade de se vender”, pondera.
La Carne toca com velhos amigos daqui. Folhetim Urbano está em vias de terminar seu disco de estreia e Gruvox se prepara para os primeiros shows em Sampa. Flavio Jacobsen embarca naquela direção logo após o show. Ele também vai aproveitar para terminar dois clipes da Gruvox, assinados por Renato Larini, um músico curitibano que voltou a pouco de Londres e agora vivendo em São Paulo. “Onde a fome espanto” e “demasiadamente humano” foram filmados em Londres. A noite vale ainda para conhecer o som da Popstars Acid Killers.
Serviço
La Carne, Popstars Acid Killers, Folhetim Urbano e Gruvox. Dia 6. Espaço Cultural 92 Graus
(Rua Des. Benvindo Valente, 280 – S. Francisco) R$10 e R$5 (mulheres até as 23h)
La Carne apresenta o repertório de Granada, seu disco mais poderoso, até agora (foto: Divulgação/Edson Kumasawa)Banda de Osasco mostra as novas músicas hoje no 92 Graus
Adriane Perin
A banda La Carne, de Osasco, está em Curitiba hoje para mostrar o repertório de um dos melhores discos do ano. Granada, quarto trabalho da banda, que se apresenta no Espaço Cultural 92 Graus, ao lado de Folhetim Urbano, Gruvox e Popstars Acid Killers, de São Paulo, tem um nome bem apropriado à história e à postura de Linari, Jorge, Carlos e Chicão. Granada é o sucessor de outro petardo, Desconhece o Rumo mas se Vai, e conseguiu ser ainda mais devastador - ou alentador, dependendo do olhar.
Uma história musical que iniciou em meados dos anos 90, e no começo, lembra Linari, eram os sonhos comuns a todo iniciante de fazer a vida na música, ter seu trabalho reconhecido - também por uma gravadora com força para dar suporte. Mas, o tempo passa, a realidade provoca e depende de cada um, a reação. A do La Carne foi seguir fazendo uma música como ninguém mais faz, de um vigor que namora o violento, calcado numa realidade ou situações mais fáceis ignorar. Nas músicas, Linari - um professor de História que leva pra cima do palco toda sua (ou seria nossa?) fúria, ainda que seja um cara gente boníssima - canta “cenas” que nos contam sobre um mundo que vive nas bordas. As ansiedades, as sacanagens que a vida apronta, o que lhe incomoda, ele transmuta em letras certeiras que explodem e implodem, se jogando na cara com força capaz de derrubar.
Se o compositor e cantor considera os trabalhos anteriores “manifestos”, com este Granada bate à porta uma certa maturidade. “A constante referência às letras me orgulha, claro, mas sempre tive um desejo íntimo que enxergassem no som a mesma ousadia que vejo; e isso, agora ficou muito evidente. Em comparação aos outros, desta vez repararam mais nisso também”, observa, com razão, afinal é o trio de instrumentistas feras que dá as bases tão perfeitas, com um equilíbrio tenso, para as histórias que Linari canta. Ajudou para isso, acredita o compositor, a produção de Bill Reinikova, amigo do tempo de escola e integrado ao circuito Grammy. “Grande parte do mérito deste disco é dele”, avalia, tentando se “eximir da culpa”.
Antes de mais nada, no entanto, teve a confiança de Wellington Dias, do Zine Gramophone, um seguidor da banda que motivou os rapazes. “Os anteriores foram feitos num “esquema guerrilha”, diz. Bom Dia Barbárie e Desconhece o Rumo Mas se Vai, em sua visão, são discos mais de um gueto político que artístico. “Na época não era tão evidente que as gravadoras estavam falidas, hoje é bem chique e todo mundo fala isso. Depois que gravamos o primeiro e não tivemos o retorno que imaginávamos nos perguntamos e agora?”, lembra. “Pra gente sempre foi muito mais prazeroso tocar junto do que fazer planos profissionais. E não somos virtuoses, viemos do punk rock, somos de pegar estrada junto”. Se a gravadora esperada inicialmente não veio, vieram fãs que espalharam a boa nova sobre, não uma nova “bandinha indie”, mas uma banda de verdade. Que faz música pra gente grande! Que não surfa na moda, não tem uma moçoila simpática na linha de frente, nem rapazes com seus cabelinhos bem penteados, mas tem o que ainda interessa para muita gente: música de verdade, que acerta em cheio.
Granada – lançado pelo selo Senhor F – está com boa repercussão “nesse nosso pequeno mercado alternativo. Recebemos muitas palavras carinhosas”.
Já a “outra mídia”, é indiferente. “Se voce me perguntar porque, não vou te responder porque não convém a mim julgar. É evidente que no meu íntimo penso mil e uma coisas. Imagino que não vejam relevância no que fazemos”, investiga, com a tranquilidade absoluta que vem da segurança de quem sabe que é isso que quer.
Certa vez um amigo puxou papo sobre o La Carne com um desses grandes jornalistas nacionais, que já havia falado bem da banda, conta Linari. Ele disse que o tempo do La Carne passou. “Falando bem desapaixonadamente, isso tem sentido. A gente sempre foi ruim de mídia”, diz. Postura assumida no texto pessoal do encarte do disco anterior, que com suas palavras deixava às claras as intenções. La Carne não nasceu para fazer tipo. Muito menos pra frequentar. Hoje, Linari pondera. “Não sei se foi correto, mas na época havia muita pressão em cima da gente e escrevi como um manifesto de intenções. Porque é muito fácil alguém bater na testa da gente carimbos incomodos, como uma banda injustiçada e detesto isso”, diz, comentando entrevista que viu recentemente de Tom Zé, que o fez chorar. “Confesso, me identifiquei quando ele disse que ninguém tem culpa de seu ostracismo, porque ele sempre teve um pouco de vergonha de ser artista. Porque de onde ele veio, bater no peito e dizer que é artista é complicado. Talvez isso revele essa inabilidade de se vender”, pondera.
La Carne toca com velhos amigos daqui. Folhetim Urbano está em vias de terminar seu disco de estreia e Gruvox se prepara para os primeiros shows em Sampa. Flavio Jacobsen embarca naquela direção logo após o show. Ele também vai aproveitar para terminar dois clipes da Gruvox, assinados por Renato Larini, um músico curitibano que voltou a pouco de Londres e agora vivendo em São Paulo. “Onde a fome espanto” e “demasiadamente humano” foram filmados em Londres. A noite vale ainda para conhecer o som da Popstars Acid Killers.
Serviço
La Carne, Popstars Acid Killers, Folhetim Urbano e Gruvox. Dia 6. Espaço Cultural 92 Graus
(Rua Des. Benvindo Valente, 280 – S. Francisco) R$10 e R$5 (mulheres até as 23h)
11/05/2009
Granada em Curitiba

E finalmente nossos comparsas de Osasco do La Carne desembarcam em Curitiba para apresentar o show de um dos melhores discos de 2009, Granada. A festa, que acontece nesta sexta-feira, no 92 graus, terá também Popstars Acid Killers (SP), Gruvox e Folhetim Urbano. Eu e a Adri vamos colocar uns discos lá.
Nos vemos lá!
Programa:
Show com as bandas
Gruvox - 23h
Popstars Acid Killers – 23h40
Folhetim Urbano – 0h20
La Carne – 1h
Sexta-feira – 06/11/09 – 21hs
Espaço Cultural 92 Graus
R. Des. Benvindo Valente, 280. Alto São Francisco.
Ingressos: R$10,00. ELAS R$5,00 ATÉ 23:00hs.
21:00hs A CASA ABRE COM PROMOÇÃO DE CERVEJA ALL NIGHT LONG!
CHEGUE CEDO, ESTACIONE NA FAIXA!!
9/29/2009
Demônio Triste - La Carne
Como vai, demônio triste?
quer saber onde vai chegar?
Por enquanto eu tô tranquilo
ainda bobo da corte
Se eu for fim, o que vai ser de nós?
Como vai, demônio triste?
quer saber onde vai parar?
Eu já sei, não tem sentido
qualquer coisa … tão longe...
Cotovelo no balcão
uma pá de bituca no chão
Eu continuo sem saber se rezo ou saio sem pagar
Bêbado na estação
uma pá de bituca no chão
eu continuo sem saber
Como vai, demônio triste?
quer saber onde quer chegar?
Eu só sei que nosso ouvido
tá por aí respirando
se eu for fim, o que vai ser de nós?
quer saber onde vai chegar?
Por enquanto eu tô tranquilo
ainda bobo da corte
Se eu for fim, o que vai ser de nós?
Como vai, demônio triste?
quer saber onde vai parar?
Eu já sei, não tem sentido
qualquer coisa … tão longe...
Cotovelo no balcão
uma pá de bituca no chão
Eu continuo sem saber se rezo ou saio sem pagar
Bêbado na estação
uma pá de bituca no chão
eu continuo sem saber
Como vai, demônio triste?
quer saber onde quer chegar?
Eu só sei que nosso ouvido
tá por aí respirando
se eu for fim, o que vai ser de nós?
7/30/2009
Trailer Getsemani
trailer do filme Getsemâni, do grupo Cemitério de Automóveis, com trilha do La Carne. Muito foda.
10/12/2008
La Carne - Granada no Showlivre - bootleg 2008

É isso aí. A melhor banda de rock do Brasil, tocando seu disco novo, ao vivo. Cortesia do senhor Wellington "big boss" Dias. Como ele mesmo disse, uma granada sem pino, explodindo nos corações dos amantes dos bons sons.
Aqui o áudio.
aqui o video
10/10/2008
10/07/2008
La Carne no Showlivre

E nesta terça-feira, dia 07, a partir das 15h, um programa imperdível. La Carne ao vivo no Estúdio ShowLivre, tocando músicas do novo disco "Granada" e coisas do La Carne, Bom Dia Barbárie e Desconhece o rumo mas se vai. Quem não puder assistir na hora, é só acessar o site depois, que o programa fica arquivado.
10/06/2008
Eu acredito...
Eu acredito...
“Eu acredito no amor, por exemplo, mas não acredito que o amor seja solução pra nada. O amor é uma porta para as piores encrencas e para o cardiologista mais próximo. É o que eu acho. Mas que ele existe, até mais que as bruxas, existe. Eu não acredito em felicidade, mas também não acredito em suicídio, porque ainda acredito no próximo porre ou no próximo livro desesperançado que vou ler. Mas respeito os suicidas, é claro, e acho uma sacanagem da Igreja Católica punir os caras que se cansam da encrenca toda. Alguns bebem até morrer, como Kerouac, ou fumam desbragadamente como John Constantine. Tanto faz, tem um demônio rindo atrás da asa do nosso anjo protetor.”
Mario Bortolotto, em mais um daqueles textos matadores. Vai lá e vê na íntegra
“Eu acredito no amor, por exemplo, mas não acredito que o amor seja solução pra nada. O amor é uma porta para as piores encrencas e para o cardiologista mais próximo. É o que eu acho. Mas que ele existe, até mais que as bruxas, existe. Eu não acredito em felicidade, mas também não acredito em suicídio, porque ainda acredito no próximo porre ou no próximo livro desesperançado que vou ler. Mas respeito os suicidas, é claro, e acho uma sacanagem da Igreja Católica punir os caras que se cansam da encrenca toda. Alguns bebem até morrer, como Kerouac, ou fumam desbragadamente como John Constantine. Tanto faz, tem um demônio rindo atrás da asa do nosso anjo protetor.”
Mario Bortolotto, em mais um daqueles textos matadores. Vai lá e vê na íntegra
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