Do Scream & Yell
"O Scream & Yell entrou no ar em outubro de 2000, mas eu já estava virando madrugada ali por agosto de 2000, quando me mudei de mala, CDs e cuia de Taubaté para São Paulo para tentar a vida na cidade grande (que eu nasci). Virei várias madrugadas na redação acertando detalhes do que viria a ser a primeira capa do site, ainda usando os serviços do HPG (pouca gente deve lembrar).
Dez anos se passaram, e me surpreendo por ainda estar aqui escrevendo e pelo site ainda continuar relevante. Este segundo semestre promete bastante, e duas novidades você vai poder conferir essa semana: o Scream & Yell On The Radio, na Rádio Levis, e o Confraria Pop, megafusão independente do Scream & Yell, Urbanaque, Move That Jukebox! e Alavanca.
O Scream & Yell On The Rádio irá ao ar todas as sextas, às 15h, na Rádio Levis. Eu e Tiago Agostini comandamos o falatório. A gente ainda está aprendendo a mexer com os botões, mas ficou divertido e interessante. Nessa sexta vamos falar de Stooges, Teenage Fanclub e apresentar em primeira mão a estréia do Dasvelas, grupo formado por Allan, Marano e Fabiano, os três ex-Terminal Guadalupe (mais Igor, do Iris)."
Mais aqui
7/15/2010
7/14/2010
dasvelas no programa loaded
Dasvelas está no Programa Loaded desta semana (#242)
Para Ouvir:
Rádio UFsCAR FM 95,3 - São Carlos (SP) - segunda-feira - meia noite
Rádio Universitária UNICENTRO FM 99,7 - Todo Centroeste do Paraná - sexta-feira 22hs
Rádio Universitária UFG AM 870 - Goiânia (GO) - domingo 19hs
E para todo o planeta 24hs por dia: www.loaded-e-zine.net
Para Ouvir:
Rádio UFsCAR FM 95,3 - São Carlos (SP) - segunda-feira - meia noite
Rádio Universitária UNICENTRO FM 99,7 - Todo Centroeste do Paraná - sexta-feira 22hs
Rádio Universitária UFG AM 870 - Goiânia (GO) - domingo 19hs
E para todo o planeta 24hs por dia: www.loaded-e-zine.net
7/08/2010
PAREM AS MÁQUINAS - FISHBONE NO BRASIL E EM CURITIBA!!!!!
O Carneiro já tinha me falado que eles tocariam em SP, porque o Mickey Junkies vai abrir. Mas essa de que eles vão tocar em Curitiba eu não sabia. Caramba. To lá com certeza !
Rock on line
Com mais de 30 anos de carreira, a banda norte-americana Fishbone vem ao Brasil para três apresentações e os ingressos para o show em São Paulo já estão à venda.
O grupo formado em Los Angeles em 1979 tem agendado shows em Curitiba e Rio de Janeiro, além da capital paulista. As apresentações estão marcadas para os dias 23, 24 e 25 de julho, respectivamente.
Considerado um dos pioneiros na mistura de Punk, Funk, Metal e Ska, a banda conta atualmente com os músicos Angelo Moore (voz, saxofone), John Norwood Fisher (baixo) ‘Dirty’ Walter A. Kibby II (trompete), Rocky George (guitarra), John ‘Wet Daddy’ Steward (bateria), Dre Gipson (teclado) e John McKnight (trombone).
Ainda não foram divulgadas informações sobre a venda de ingressos para os shows em Curitiba e no Rio. Em São Paulo os ingressos para o show no Carioca Club já estão à venda. Confira os detalhes:
23/07/2010 - Curitiba/PR
Village Batel - Av. Batel, 1.149
Informações em breve
Rock on line
Com mais de 30 anos de carreira, a banda norte-americana Fishbone vem ao Brasil para três apresentações e os ingressos para o show em São Paulo já estão à venda.
O grupo formado em Los Angeles em 1979 tem agendado shows em Curitiba e Rio de Janeiro, além da capital paulista. As apresentações estão marcadas para os dias 23, 24 e 25 de julho, respectivamente.
Considerado um dos pioneiros na mistura de Punk, Funk, Metal e Ska, a banda conta atualmente com os músicos Angelo Moore (voz, saxofone), John Norwood Fisher (baixo) ‘Dirty’ Walter A. Kibby II (trompete), Rocky George (guitarra), John ‘Wet Daddy’ Steward (bateria), Dre Gipson (teclado) e John McKnight (trombone).
Ainda não foram divulgadas informações sobre a venda de ingressos para os shows em Curitiba e no Rio. Em São Paulo os ingressos para o show no Carioca Club já estão à venda. Confira os detalhes:
23/07/2010 - Curitiba/PR
Village Batel - Av. Batel, 1.149
Informações em breve
7/07/2010
gatos precisam de ajuda
..e nós também. Há alguns anos minha mãe, uma mulher completamente apaixonada por gatos e cachorros, deu mole e começou a recolher os bichinhos que pessoas estúpidas largavam na rua. Ela não conseguia deixar esses animais adoráveis sem atendimento. Claro, que isso traria problemas, mas na hora ela não pensou nisso e os recolheu. Agora, tem um enorme problema em casa porque, logicamente, não deu conta de manter as contas que uma empreitada dessas gera, e eles proliferaram.
As pessoas, confortáveis em sua falta de responsabilidade, sabiam tão bem o endereço pra largar os bichinhos em frente à casa e até no jardim, agora também não se acanham em reclamar das consequências.
Resumindo: o pessoal do setor de zoonoses (de uma cidade da região metropolitana)fez uma nova "visita" e é preciso resolver o problema. Todos, inclusive minha mãe, sabemos que a situação tem que mudar. Porém, falei com as duas secretarias da saúde, do estado e do município, e os governos não têm o que fazer a não ser verificar as reclamações e exigir do morador o cumprimento da lei. Os õrgãos públicos não têm como receber esses bichos, explicam, e também não existe nenhum õrgão para isso.
A SITUAÇÂO é MUITO SÉRIA E NÃO SÓ NA CASA DA MINHA MÃE.
As Ongs, cujos contatos são passados aos cidadãos pelos próprios representantes das administrações das cidades e estados, e que não recebem subvenção dos governo ( E DEVERIAM RECEBER),também não têm mais condições de receber esses bichos.
O que fazer???????????
E ESSES SERES HUMANOS MISERÁVEIS E IRRESPONSÁVEIS NÃO SENTEM UMA DORzinha sequer NA CONSCIÊNCIA NEM AO LARGAR, NEM DIANTE DA LUTA DE UMA PESSOA QUE, AO QUE TUDO INDICA, DEVERIA TER AGIDO COMO ELES, NÉ???!!!!
enfim, não adianta nada fica lamentando agora: a responsabilidade é de todos. A sociedade deveria estar preocupada em resolver esse problema. Porque, é como disseram as duas médicas com quem conversei: a situação só vai piorar. Todos os órgãos estão no limite e as pessoas continuam irresponsáveis na guarda de bichos.
EU QUERIA MUITO ACHAR GENTE RESPONSÁVEL e diposta a receber alguns desses gatos e cachorros.
Os gatinhos são lindos, minha mãe deu a eles tudo que podia. As quatro gatas que moram comigo, tiveram origem naquela casa. São todas lindas, saudáveis, amadas e muito felizes, eu sei disso. Queria poder ajudar minha mãe entregando alguns desses gatos e cachorros a pessoas de bem, que gostem dos bichos e que possam cuidar bem deles.
Adoções serão muito bem recebidas, mas também dicas de ongs, de pessoas que possam ajudar a doar esses gatos e cachorros também.(Adri)
Festival Demo Sul
Marcelo domingues continua firme. Este ano o Demo Sul celebra dez anos. Seguem as novidades, enviadas pelo produtor:
Prévias Demo Sul seleciona bandas para tocar na 10 edição do Festival
Pré-evento vai permitir que público decida o que quer assistir no Demo Sul 2010
Em 2010 o Demo Sul completa 10 anos de existência, e, para comemorar, a organização está preparando uma série de novas atividades que vão integrar a programação do festival. Entre estas novidades estão as Prévias Demo Sul.
As Prévias vão funcionar assim: a curadoria do Festival vai selecionar, por meio de edital, 25 bandas para participarem dos shows das Prévias Demo Sul, que vão acontecer nos dias 3, 4, 10, 11 e 12 de setembro.
Nestes dias, os shows serão gratuitos, e cada banda selecionada terá 30 minutos para se apresentar. Depois dos shows, o público presente vai votar para decidir quais delas farão parte da programação oficial do Demo Sul 2010. As 5 (cinco) mais votadas irão tocar no festival, que neste ano será realizado entre os dias 15 e 23 de outubro. A banda que obtiver mais votos entre as cinco, será protagonista de um vídeo clipe a ser produzido pela Kinoarte, dentro de uma oficina de produção de vídeo clipe inclusa na programação do Festival.
A idéia é que bandas novas, que não têm experiência em festivais, tenham uma chance de tocar no Demo Sul, democratizando o line-up do festival e revelando novos nomes da cena independente.
Bandas de todo o Brasil e da América do Sul interessadas em participar das Prévias têm até o dia 10 de agosto para se inscrever. Grupos de qualquer gênero musical podem realizar a inscrição, e a única restrição é que desenvolvam um trabalho autoral.
As inscrições deverão ser feitas pela internet. Neste caso, as bandas devem mandar um release, fotos e mais três músicas em mp3 para o e-mail demosul10anos@ gmail.com
O Festival
O Demo Sul conta com o patrocínio da Petrobras, Ministério da Cultura (MINC) e do Programa Municipal de Incentivo a Cultura (PROMIC). Realizado anualmente em Londrina pela Braço Direito Produções, o Festival se consolida cada vez mais como um evento que não só busca mostrar o que tem sido feito na música independente, mas também que organiza ações visando seu debate e seu fortalecimento.
Nestes 10 anos de existência, o Demo Sul abriu espaço para as mais diversas bandas da cena independente local e nacional e grupos de reconhecimento internacional. Nomes como Mudhoney, Nação Zumbi, Móveis Coloniais de Acaju, Macaco Bong, Mundo Livre S/A, Porcas Borboletas, Trilöbit, Terra Celta e Júpiter Maçã já figuraram nos palcos do festival."
Prévias Demo Sul seleciona bandas para tocar na 10 edição do Festival
Pré-evento vai permitir que público decida o que quer assistir no Demo Sul 2010
Em 2010 o Demo Sul completa 10 anos de existência, e, para comemorar, a organização está preparando uma série de novas atividades que vão integrar a programação do festival. Entre estas novidades estão as Prévias Demo Sul.
As Prévias vão funcionar assim: a curadoria do Festival vai selecionar, por meio de edital, 25 bandas para participarem dos shows das Prévias Demo Sul, que vão acontecer nos dias 3, 4, 10, 11 e 12 de setembro.
Nestes dias, os shows serão gratuitos, e cada banda selecionada terá 30 minutos para se apresentar. Depois dos shows, o público presente vai votar para decidir quais delas farão parte da programação oficial do Demo Sul 2010. As 5 (cinco) mais votadas irão tocar no festival, que neste ano será realizado entre os dias 15 e 23 de outubro. A banda que obtiver mais votos entre as cinco, será protagonista de um vídeo clipe a ser produzido pela Kinoarte, dentro de uma oficina de produção de vídeo clipe inclusa na programação do Festival.
A idéia é que bandas novas, que não têm experiência em festivais, tenham uma chance de tocar no Demo Sul, democratizando o line-up do festival e revelando novos nomes da cena independente.
Bandas de todo o Brasil e da América do Sul interessadas em participar das Prévias têm até o dia 10 de agosto para se inscrever. Grupos de qualquer gênero musical podem realizar a inscrição, e a única restrição é que desenvolvam um trabalho autoral.
As inscrições deverão ser feitas pela internet. Neste caso, as bandas devem mandar um release, fotos e mais três músicas em mp3 para o e-mail demosul10anos@ gmail.com
O Festival
O Demo Sul conta com o patrocínio da Petrobras, Ministério da Cultura (MINC) e do Programa Municipal de Incentivo a Cultura (PROMIC). Realizado anualmente em Londrina pela Braço Direito Produções, o Festival se consolida cada vez mais como um evento que não só busca mostrar o que tem sido feito na música independente, mas também que organiza ações visando seu debate e seu fortalecimento.
Nestes 10 anos de existência, o Demo Sul abriu espaço para as mais diversas bandas da cena independente local e nacional e grupos de reconhecimento internacional. Nomes como Mudhoney, Nação Zumbi, Móveis Coloniais de Acaju, Macaco Bong, Mundo Livre S/A, Porcas Borboletas, Trilöbit, Terra Celta e Júpiter Maçã já figuraram nos palcos do festival."
7/05/2010
Paraíso do Rock III
Eu não fui, mas ouvi falar muito bem e conheci, em maringá, ano passado, o responsável pela mostra que fez a alegria de uns marmajos que eu conheço. Acabei de receber a notícia da terceira edição, que tem entre outras: Charme Chulo que tá aí na foto:
"FESTIVAL PARAÍSO DO ROCK III
Paraíso do Norte – PR, cidade do interior, com apenas 54 anos e aproximadamente 12.000 habitantes, foi colonizada por gaúchos, paulistas e nordestinos, já teve sua economia determinada pela cultura do café, depois a pecuária extensiva e hoje a cana de açúcar é a cultura dominante, mas a economia da cidade é diversificada, além da cana a mandioca, soja, milho agroindústria avícola e a indústria de confecção de roupas se entrelaçam, tornando a cidade campeã na geração de novos empregos no Paraná no 1º trimestre de 2009.
A cultura também diversificada tem raízes musicais na música sertaneja, mas desde a década de 70 apresenta uma cena roqueira independente; por aqui já passaram desde a banda “Flor da Pele” nos anos 80, até “Arame Farpado” e “Jamaica 70” nos anos 2000. Mais recentemente esta cena se organizou, em 2008, o PARAÍSO DO ROCK se estruturou como Festival Independente, trazendo no mês de Julho a cidade bandas de renome nacional como “Terminal Guadalupe” de Curitiba, “Aerocirco” de Florianópolis, “Nevilton” de Umuarama, “Inimitável” de Maringá e a Banda “Kromossomus” de Paraíso do Norte – 700 pessoas deram consistência ao Festival.
Em 2009 o PARAÍSO DO ROCK solidificou-se como festival independente de peso em âmbito nacional, uma estratégia ousada trouxe bandas consagradas no cenário independente nacional como “Relespública” de Curitiba, “Zefirina Bomba” de João Pessoa e “Wander Wildner” de Porto Alegre ícone do rock nacional independente e de qualidade. Tudo isso mesclado com uma banda revelação no País, “Nevilton” de Umuarama, e não poderia faltar uma banda Paraisense, “Ex-cabelos” Novamente mais de 700 ( setecentas) pessoas assistiram ao festival e 150 ( cento e cinqüenta) pessoas foram ao debate realizado na Casa da Cultura, que contou com palestras de Marcelo Domingues (Dir. do Demo Sul), Andye Iore (Radio UEM) e Wander Wildner.
Ainda engatinhando na idade, mas maduro na concepção, o PARAÍSO DO ROCK 2009 foi idealizado pela A.P.M.I. (Associação de Proteção a Maternidade e a Infância) onde todo o lucro de R$ 3.000,00 ( três mil reais) foi destinado a esta entidade de responsabilidade social e sem fins lucrativos. O festival conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Paraíso do Norte, através do Departamento de Cultura.
Este ano o festival apresenta uma inovação será realizado em dois dias 09 e 10 de Julho no C.T.G. São Jorge, mesclando bandas consagradas nacional e internacionalmente no rock alternativo como a banda Identidade e Superguidis (Porto Alegre), Charme Chulo (Curitiba), Lenzi Brothers (Camboriu), e banda revelação de Londrina: Trilöbit, Dinartes de Passo Fundo e Los Cocineros (Córdoba – ARGENTINA) são as 11 bandas que revezarão no palco durante os dias de Festival, que contara ainda com debates sobre novas linguagem do Rock mídias e etc.
Paraíso do Norte já tem festas renomadas como o Rodeio Interestadual de Laço Comprido, a Leitoa Desossada a Pururuca e certamente o PARAÍSO DO ROCK 2010 tem tudo para firmar-se como UM GRANDE FESTIVAL DE ROCK!
http://www.paraisodorockdois.com.br ".
7/01/2010
Velhos e bons sons

O bom de trabalhar em casa é poder espalhar o som pela casa. Não que trabalhar em outro lugar me impedisse de mergulhar no meu mundo da música, mas ligar o som alto e percebê-lo tomando conta (e alegrando) a casa é um calmante e inspirador.
Acordei morrendo de saudade de ouvir "Peixes, pássaros, pessoas..." do Darma Lovers. A música tá no disco Os The Darma Lóvers, o de capa branca aí em cima. Lá fui eu pro quarto dos discos tentar achar. Achei a capa..... que m.... sem o disco dentro. Puts, será que esse disco tava na leva que foi roubada? OU tá dentro de algum desses cases - mas dei uma geral outro dia e não achei... que droga. Preciso ouvir esse disco. Tem dias que é assim. Tem musica que é assim: EU PRECISO OUVIR DE TEMPOS EM TEMPOS.
É assim, também, com Rodrigo Garcia; é assim com anis, é assim com OAEOZ, Cores d Flores, com Criaturas, com Hotel Avenida,Radiare, Jair naves, mais recentemente, com La Carne, com iris...É Assim, ainda hoje com os discos da Legião Urbana, em especial os que vieram do V em diante... enfim.. são muitos os discos que me aprisionam assim. São tão imprescindíveis na minha vida que sempre volto a eles para recarregar as baterias...
Fui pra sala e fiz um rápido passeio pelas capinhas de disco...Achei essa preciosidade da artista MIM, a Eva Leiz:
Hoje:
" Hoje um pedaço de mim terminou como uma xícara de café que chega ao fim num sonho ruim. Não falo mais o que dizia, não penso mais o que fazia.. não entendo você!Me deixaram só sem ninguém ao meu redor sem nada para me amparar cai num imenso sono não posso levantar.
sonhar com uma roseira onde nasciam uvas em um jardim de gatos em vez de capim meninas ruivas fugindo a chuva que choravam lágrimas de pedra."
Lembro muito bem quando ganhei esse disquinho (é daqueles pequenininhos). O jeito dela cantar... essa letra, essa base eletrônica... eu não conseguia parar de ouvir a primeira faixa.... do mesmo jeito que agora... nã consigo tirar dessa faixa...
Só depois, percebi que ali tinha o dedo do Jr Tostoi, do Vulgue Tostoi. Ele e ela eram casados na época, não sei se são ainda. Nunca falei com ela, portanto nunca disse como gosto deste seu disco. Depois, recebi um outro, disco cheio, dela. gostei também... mas outra música não me pegou mais como esta... tinha esquecido da MIM. Até que outro dia o ivan colocou o disquinho e reconheci no primeiro segundo... algumas canções são assim... vou pesquisar ver se a acho no mundo virtual. Se achar, coloco o link aqui.
A que eu queria ouvir, cortesia de Nenung, diz assim:
"peixes são iguais a pássaros/só que cantam sem ruído/som que não vai ser ouvido/voam águias pelas águas/ nadadeiras como asas/ que deslizam entre nuvens
nóvs vivemos como peixes/com a voz que em nós calamos/ com esta paz que não achamos/
peixes pássaros pessoas/ nos aquários nas gaiolas/ pelas salas e sacadas/ afogados no destino/de morrer como decoração de casas/
nós morremos como peixes/ o amor que não vivemos/satisfeitos mais ou menos/todas as iscas que mordemos/os anzóis atravessados/
nosso gritos abafados".
Bem, nessa busca trouxe pra outra sala uma leva de discos que estão com saudade de mim: Mopho, Galaxy 500, hurtmold, Vulgue Tostoi, red house painters, neil Halstead...(adri)
6/28/2010
Viajar é muito,muito bom...
Estivemos em sampa neste final de semana, com amigos especiais e reencontrando outros que estavam longe. Adorei, Neli, nossas conversas, cervejas, churras e cigarros.
Esta foto, porém, foi feita antes, pelo Carlão, numa viagem que fizemos juntos.

e essa eu fiz, no mesmo passeio:

e tinha uma arvore linda no meio do calçadão,rodeada de cimento e ela lá...

... mas, voltar pra casa é ainda melhor .
vista linda da nossa casa, faça frio ou abra o sol; caia a chuva ou o silêncio madrugador da neblina...

cenas da cidade que (me escolheu) escolhi como minha....
Curitiba é linda, amo essa cidade. essa fotos são dos meus passeios sob duas rodas ou duas pernas, pela ciclovia paralela da Mateus Lemes... que passa por três maravilhosos parques...
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Esta foto, porém, foi feita antes, pelo Carlão, numa viagem que fizemos juntos.
e essa eu fiz, no mesmo passeio:
e tinha uma arvore linda no meio do calçadão,rodeada de cimento e ela lá...
... mas, voltar pra casa é ainda melhor .
vista linda da nossa casa, faça frio ou abra o sol; caia a chuva ou o silêncio madrugador da neblina...
cenas da cidade que (me escolheu) escolhi como minha....
Curitiba é linda, amo essa cidade. essa fotos são dos meus passeios sob duas rodas ou duas pernas, pela ciclovia paralela da Mateus Lemes... que passa por três maravilhosos parques...
6/15/2010
Dez anos de Rock de Inverno - I

Capa da coletânea e filipeta: detalhe do "impreterivelmente" às 23h, estes somos nós.- ... a gente... fazer um festival?
- Porque não?
Nem parece, mas na semana passada o Rock de Inverno – Mostra da Nova Música Independente de Curitiba fez dez anos. Nos dias 8, 9 e 10 de junho de 2000 estávamos todos no Circus, com a casa cheia pra primeira edição da mostra, que teria outras seis edições ao longo da década, geraria uma produtora/selo independente, a De Inverno. Ainda lembro bem, lá na casa das jabuticabas, quando o Ivan puxou o assunto e respondi com uma cara de interrogação – mas, total empolgada, já topando em seguida. A vontade era reunir as bandas, daqui e de outras cidades, que a gente mais gostava, já que não eram figurinhas fáceis no circuito da época. E, claro, um espaço para tocar a razão maior disso tudo, OAEOZ.
O nome é algo que eu amo e veio no pacote inspirado do ‘terrível’ Ivan e até hoje acho perfeito, simplesmente perfeito. O tempo passou e fui me dando conta do quanto a essência desse nome/projeto é algo que não tem só a ver com o tipo de música que gosto, mas tem a ver comigo. Quando penso nesse nome só as coisas que amo surgem à mente - e as estações do ano que mais curto e suas nuances nos meus dias é só a mais óbvia delas. Na época, no site, o Ivan publicou um belo “manifesto”, falando da estética do frio, essa coisa preciosa do Sul do Brasil em paralelo com o Brasil praieiro e tal.
Faus, Plêiade, Zigurate, Loaded, OAEOZ, Cores d Flores, Madeixas, Quisto e Zeitegeist.Co.
OAEOZ era uma banda que se quisesse tocar, tinha que produzir seus próprios shows. Então tá! Lá fui, dar de cara com a produção cultural. Disposta a mostrar pra todo mundo que Curitiba continuava, sim, a ter bandas muito boas – mostrar inclusive pro Brasil, já que desde o começo queríamos ter a imprensa nacional como convidada.
(Nessa época, trabalhando na Gazeta do Povo, viajei para alguns festivais, shows e coletivas legais, sempre levando cds de bandas pra entregar, e notava claramente que a esmagadora maioria dos jornalistas quando conhecia era até a cena que nos deu Relespública e Resist Control, duas citadas nas conversas. Quando eu falava das bandas da segunda metade dos anos 90, praticamente ninguém conhecia. Mas, muitos estavam interessados em saber, afinal tinham as boas referências da geração ‘Ninety two degrees’, aquela que fez de Curitiba a “seattle brasileira” e que deixou marcas muito fortes. O Ivan, que sempre foi um cara que gosta de dividir suas descobertas culturais com os amigos, fez uma caixa com um texto e CDs das bandas que a gente mais curtia para enviar para algumas pessoas-chave, como o Fernando Rosa, do Senhor F e o Alexandre Mathias, do Trabalho Sujo, que foram dos primeiros a falar dessa nova cena curitibana.)
Fui confiante, afinal de contas, quem não ia querer apoiar uma ideia tão legal.
Logo percebi a real. Bancamos na primeira edição até as passagens e hotel pra jornalistas – e quem os acompanhou enquanto estávamos trabalhando foram meus pais, Seu Rui e Lu.
Tivemos três dias na companhia de uma figura lendária da música e do jornalismo brasileiros, Minho K, o jornalista Celso Pucci, que veio pela Bizz, mas acabou escrevendo sobre o que viu pro Estadão. E nos deu o primeiro dos (tantos) momentos lindos de bastidores. Na madrugada da terceira noite, depois dele já ser figura conhecida no bar com seu chapéu, vimos o dia amanhecer, depois de eu e Ivan termos cantando pra ele, pirando, as músicas do De volta ao Oeste, do 3Hombres. (Exatamente, não foi a toa que ano passado tivemos 3 Hombres no Rock de Inverno 7). A noitada foi dividida com a jornalista Carlota Cafiero, enviada de Alexandre Mathias, com quem ainda troco alguns emails.
Tivemos apoios preciosos: Circus Bar, Ggráfica, A. S We Designer, 96 Rock/Helinho Pimentel, Planeta Gulla, La La Spageteria Ristorante Mediterrâneo e Spaghetteria Pontevecchio: os apoiadores
E o Marcelinho Borges... eita. Ele tava lá, como a Mariele e o Mackoy, nossos novos amigos. Marcelo foi parceiro desde o começo e não mediu esforços pra comprar sua própria passagem de Londres pra cá, pra estar em duas edições, numa delas, trouxe o Transcargo junto, nossa única atração internacional, no Cine, em 2005.
Ver o Circus cheio nos três dias, presenciar “a volta” da Plêiade e ver aquelas bandas mandando ver por conta do meu trabalho foi... incrível, na falta de uma palavra que consiga traduzir um dos momentos mais especiais da minha vida.
E eles se repetiram por outras seis vezes – sem falar nos shows fora do festival. Produzir o Rock de Inverno foi um verdadeiro exercício de paciência pra essa ansiosa crônica que sou. (adri)
Dez anos de Rock de Inverno: 2


Na segunda edição, 4 e 5 de agosto de 2001, no auditório Antonio Carlos Kraide entrou em cena a Fundação Cultural de Curitiba (FCC), através de Janete Andrade. Oboeísta, responsável para área de música da FCC, foi com ela a reunião que pedi em busca do local pros shows. A gente achava que teatro poderia ser legal, mas pra festival é complicado. Quando ela viu o material já produzido quis saber mais e pediu que a ajudasse a estabelecer contato com o pessoal do circuito pop rock. Logo se armou uma grande mesa de conversa lá na antiga sede da FCC, no Largo. Estavam lá, eu, JR ferreira, Vadeco e mais um punhado de gente que não lembro, mas a mesa tava cheia.
Daquela reunião saiu apoio para vários festivais do ano seguinte, e o JR coordenou um circuito de shows/festivais, que trouxe a imprensa nacional como convidada pela FCC – o Abonico tava lá também. Só pro Rock de Inverno 3 – que aconteceu no 92 (o original) – vieram 22 convidados e muita gente mais queria vir.
Além de Janete, tenho que citar diretamente o Leandro Knophflz e a Paola Wescher, por tabela. Ele consolidou o apoio da FCC, que desde então é parceira da De Inverno. Ela tava do lado tentando ajudar em um momento bem complicado.
(Essa cena é a conexão direta com o Curitiba Pop Festival que eles dois fizeram depois, primeiro sob a chancela da FCC, depois sem. Pra mim, o CPF foi um passo importante adiante do que estávamos fazendo; é lamentável, pra Curitiba, que mais uma vez um projeto pop que colocaria a cidade com mais força no roteiro cultural alternativo não tenha vingado.)
Em 2002 outra parceria preciosa foi fechada, esta pela intervenção de Cassiano Fagundes, então na Livrarias Curitiba. Desde então, a rede de livrarias paranaense tem sido nossa apoiadora em TODOS os projetos da De Inverno, através do João Alécio, que foi quem continuou fazendo o meio de campo pra gente lá dentro.
Esta edição teve os primeiros convidados de fora, concretizando nossa teoria de “inserir a cena curitibana no circuito nacional”: Casino, Pipodélica e Hurtmold junto com as curitibanas OAEOZ, Criaturas, Sofia, Poléxia, Volume, Aaaaaamalencarada, Svetlana, Excelsior, Pelebroi Não Sei, Lorena foi embora... e Magog
Eu estava em êxtase!!! Não precisava de mais nada além de ver a expressão boquiaberta de todos os convidados; não tinha um ali dentro que não tivesse pagando o mó'pau pra cena curitibana.
E,de quebra: casino e hurtmold (hospedados lá em casa) e meus conterrâneos pipodélicos. Aí começava um histórico de amizades, mesmo que distantes, com alguns dos músicos brasileiros que a gente admira. Recebê-los em nossa casa, é um capítulo a parte. E a edição terminou apoteótica com Reles e Magog, para a nossa singela homenagem à cena – aquela da tal Seattle brasileira – que foi tão importante nas nossas vidas.
É emblemático pra mim que este Rock de Inverno estrondoso tenha sido ali, no 92, daquele jeito e com a Reles voltando a trio, tocando ao lado da “banda irmã”, Magog...
2003
Depois da euforia do Rock de Inverno 3, a frustração da edição que não aconteceu, acontecendo. Foi um dia do cão, o 29 de agosto de 2003, no Diretoria Café. Nada do que foi combinado foi cumprido. Quando chegamos pra passar som, o equipamento era menos do que tínhamos em casa pros ensaios d”OAEOZ. Lá foram Ivan e Mackoy atrás de tudo. Conseguimos. Telão arrumado, Sonic Junior mandando ver já na passagem. Ivan foi em casa e eu fiquei direto.
De repente, dô de cara com policiais, metralhadoras em punho, uma invasão armada. Ainda hoje... fico pensando que lei permite que se faça isso com cidadãos. Respirei fundo e procurei o comandante da “ação”. Me apresentei como produtora. Ele explicou que o local seria fechado, pois não tinha alvará. Mantive o sangue frio! Perguntei se era preciso entrar daquele jeito agressivo no bar. E só então, expliquei que era jornalista e que ali dentro só tinha músicos e imprensa, inclusive a nacional.
Paola já estava no local e dá-lhe linha direta com as autoridades. O policial disse que receberam denúncia e que eu poderia até reabrir a casa depois, mas que se eles tivessem de voltar, a coisa ficava mais complicada. Acho que no final, até ele queria que a gente fizesse o festival. Mas, a gente jamais correria aquele risco. Então ele disse que se nós não fôssemos ao microfone pedir a todos que saíssem, eles o fariam.
Não lembro de nada tão difícil. Naquele ano o Rock de Inverno aconteceu na Casa Azul, para onde fomos assistir ao lançamento do vídeo da edição anterior, feita pelo Marcelo. Nesta noite, pela nossa casa passou até jornalista da Folha da São Paulo. Mas eu lembro só de cenas picadas. De quando falei com o comandante, da gente no palco falando com a moçada; flávio chorando muito, bem quando eu tinha conseguido parar, de eu sentada quase embaixo da mesa da nossa casa, cheia de gente. E da gente recebendo no outro dia de manhã o pessoal das bandas de fora e contando tudo.
Foram os amigos que conseguiram uma brecha no Motorrad, se não me engano, em shows dos Dissonantes, que cederam o espaço pra que as bandas que vieram de fora tocassem (La Carne, Blanched; o Sonic Junior foi embora sem tocar, mas Paola os chamou para o CPF, depois). No outro dia, já mais recuperada pelo carinho dos amigos, me acabei de dançar (e chorar,claro) nos shows emprestados deles.
Dez anos de Rock de Inverno: 3

A outra edição tinha que ser o máximo. E foi. Em 2004, no Cine. Deu tudo mais do que certo e ainda tivemos a inglesa Transcargo, por conta do Marcelo Borges. Com direito a uma bela roda de capoeira e maculelê com facão que acabou com meu tremos de pernas nervoso. Iê, Força da Capoeira!
Gianoukas Papoulas, Cores d Flores, Wandula, Charme Chulo, OAEOZ, Mordida, Ruido/mm, Trancargo, Deus e o diabo, Fuid, Sofia, Johnz, Matema e Gengivas Negras. Tivemos apoio luxuoso da Gazeta do Povo – e a menor cobertura jornalística por parte do jornal.
Eu não consegui parar. Acho que por aí, o Ivan já estava meio de saco cheio, afinal o que tinha começado como prazer tava virando obrigação. E o estresse era sempre o mesmo. A mostra cresceu, não dava mais pra oferecer nossa casa pros convidados. No sexto, quase caímos no mesmo erro e olha que os donos da casa apresentaram até documentos da prefeitura – que não eram definitivos. Uma checagem por parte da FCC indicou que não constava nos registros legais da prefeitura. Lá fomos eu e Ivan encarar outro dono de bar fdp (nem lembro o nome, mas era esse boteco que tem ao lado da casa vermelha). Voltamos pro 92, mas desta feita, tivemos o menor público de um Rock de Inverno, que aconteceu na primavera com
La Carne, OAEOZ, Stela Campos, Cascadura, Góticos 4 Fun, Gruvox, Goya, Mocambo, Terminal Guadalupe e Gianinnis
Os ventos mudaram
O cansaço era evidente, mas eu posso ser muito teimosa... inscrevemos no edital da Petrobras e não entramos. Os ventos mudaram. Foram dois anos sem o festival – e eu ainda não conseguia largar dele. Até que fui convidada a analisar propostas de um edital da FCC e soube que poderia, como qualquer cidadão, encaminhar à comissão um pedido de edital.
Assim o fiz. Assinada também por outros produtores importantes de festivais da cidade. Foi aprovado o primeiro edital do Brasil exclusivamente para festival de música independente (neste contexto, artistas sem vínculo com grandes gravadoras).
O Rock de Inverno 7, nos dias 24 e 25 de julho de 2009, foi um dos quatros projetos aprovados pela única edição que este edital teve. Tivemos quatro bandas de fora. Todos que tocaram receberam cachê, mesmo que simbólico. Tenho orgulho de dizer que quando pudemos, pagamos pra todos. Quando não pudemos, nenhum recebeu – mas também ninguém tirou do bolso pra vir tocar no Rock de Inverno.
Fellini, Mordida, Lestics, Koti e os Penitentes, Ruído/mm, Je Rêve de Toi, Heitor e Banda Gentileza, Beto Só, 3 Hombres, Diedrich e os Marlenes, Nevilton, Hotel Avenida, Pão de Hambúrguer e Liquespace. Patrocínio da cidade, através do Fundo Municipal de Cultura de Curitiba/FCC. Apoios: Livrarias Curitiba, Jornal do Estado, Influx e 91Rock.
Eu olhava pro lado, Rubens, Coelho, Flavio, Rafael.... olhava pro Ivan... meu, é o Fellini tocando no rock de inverno!!!!!! Lindo, emocionante... e eu fiquei nervosa, ansiosa e irritada (coitados do Ivan , da Mari e da Karla) quase mais que no primeiro. Podem até não acreditar, mas cada show que eu assisti (ou perdi, alguns poucos, por estar na correria) no Rock de Inverno fez minha existência mais especial. E não só porque praticamente todos se transformaram em pessoas mais próximas. Receber essas pessoas inquietas, sensíveis, exigentes e tão talentosas que recebemos pra mim foi um privilégio. E, modéstia à parte, conseguimos estar a altura, porque todos falam muito bem do festival. Não digo que fomos perfeitos, porque não o somos, nem pretendemos. Como a gente costumava dizer por aqui: somos amadores, mesmo, no melhor sentido da palavra.
Nunca quis que o Rock de Inverno fosse um festival grande maior. Prefiro a consideração de quem admiro. Porque o que eu gosto mesmo é desse contato próximo. E, depois dos shows trazer os amigos pra uma prosa ou gig aqui em casa. O prazer de ver uma banda destruindo no palco que você ajudou a armar e poder dizer: “eu sabia que isso ia acontecer e se deliciar com a expressão das pessoas ao redor”.Sempre amei ser platéia e com o Rock de Inverno (e OAEOZ) aprendi que posso estar escrevendo bem mais firme essa nossa história, daqui desse lado. E que fazer parte de algo maior – independente de se é algo grande ou não - é o que faz hoje ser tão especial e dá a chance de daqui uns dias ter todas essas boas sensações pra lembrar, como a gente tem. Valeu moçada De Inverno, vocês que fazem parte desse pedaço da nossa história. Valeu Rock de Inverno. E, em especial, de minha parte, valeu Ivan e OAEOZ. (adriperin)
6/08/2010
Giancarlo Rufatto - novo single

baixe aqui
“Canção da espera” é o novo single que, dizem, é em homenagem a mais uma data comemorativa - aquela do dia 12 de junho. Os quadrinhos da capa do Single são desenhados pelo grande Álvaro Borba, que já havia desenhado o Single de natal. O single traz tambem “O fim das Horas” se fingindo de lado B e ambas devem fazer parte do Ciao EP, que sai um dia desses. Mas enfim, aquela coisa de sempre, para baixar basta clicar na arte acima ou diretamente no myspace.
6/07/2010
Dasvelas - Sempre criança
Mais uma música dos amigos do Dasvelas, que na quinta-feira tocam com o Charme Chulo no James. Abaixo a descrição deles e a letra
""Sempre Criança", composta por todos os integrantes da banda, com letra do Marano, traz ainda a participação de Diogo Soares (Los Porongas) nos vocais:
"Você que tem a mesma força que eu
Tem no sangue: música e palavras
E traz sem perceber
O entusiasmo presente de um Deus
No coração
Te espero pra voltar pra casa.
Você que tem as flores no cabelo
Desde criança do mesmo jeito
Chegue mais perto
Traga a sobra
Do céu que te descansou
Do lugar que ainda não conheceu
mas que chegou, chegou, chegou..."
6/06/2010
6/04/2010
6/03/2010
6/01/2010
Um Brasil diferente
Um Brasil diferente - Ensaio sobre fenômenos de Aculturação no Paraná é o livro de Wilson Martins que comecei a ler. Ele fala da formação cultural do paranense e Logo no começõ trata da paisagem. Dividido o Paraná em cinco regiões - litoral serra do mar,planaltos 1,2 e 3 -, ele comenta que o "pa raná é uma civilização de planalto".
"(...) construída por homens do interior, sem a nostalgia dos horizontes talássicos, e que preferiam, antes, a marcha demorada e pouco aventurosa através dos campos gerais, das planícieis infinitas, em que a sensação de solidão enorme só equivale à de segurança perfeita, com os olhos devassando para todos os lados a amplitude desabitada e deserta".
Tá um dia perfeito pra ficar com a cara num livro e um bom chá do lado.
"... esta civilização de burgueses e não de marinheiros. de construtores de cidades e não de aventureiros amantes do perigo e da incerteza. civilização de carteira de identidade e não do passaporte. é que o homem lhe veio, em geral, não das fímbrias de terras esmagadas entre a fronteira e o oceano, mas das tranquilas aldeias em que o ser humano se sente defendido pelo grupo;e daí uma civilização grupal, civilização de equipe, sem herois e sem extravagantes, sem solitários e sem rebeldes, e na qual, mesmo nos tempos mais recuados, é praticamente desconhecida a figura do pioneiro individual: civilização construída pelo grupo, que partiu do arado, da carroça de quatro rodas, e não do fuzil e do cavalo. "
"(...) construída por homens do interior, sem a nostalgia dos horizontes talássicos, e que preferiam, antes, a marcha demorada e pouco aventurosa através dos campos gerais, das planícieis infinitas, em que a sensação de solidão enorme só equivale à de segurança perfeita, com os olhos devassando para todos os lados a amplitude desabitada e deserta".
Tá um dia perfeito pra ficar com a cara num livro e um bom chá do lado.
"... esta civilização de burgueses e não de marinheiros. de construtores de cidades e não de aventureiros amantes do perigo e da incerteza. civilização de carteira de identidade e não do passaporte. é que o homem lhe veio, em geral, não das fímbrias de terras esmagadas entre a fronteira e o oceano, mas das tranquilas aldeias em que o ser humano se sente defendido pelo grupo;e daí uma civilização grupal, civilização de equipe, sem herois e sem extravagantes, sem solitários e sem rebeldes, e na qual, mesmo nos tempos mais recuados, é praticamente desconhecida a figura do pioneiro individual: civilização construída pelo grupo, que partiu do arado, da carroça de quatro rodas, e não do fuzil e do cavalo. "
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