O assunto hoje é teatro. E, mesmo que eu não estivesse encarregada da assessoria de imprensa dessa que é uma das melhores companhias de teatro do brasil, passaria a notícia adiante sobre a vinda da Armazém Cia. de Teatro para Curitiba, a partir de quinta-feira. Eu vi a peça Antes da Coisa Toda Começar no Festival de TEatro de Curitiba e foi uma das melhores. Curtam o trailer e amanhã tem Paulo de Moraes na ÓTV ao vivo, às 22h30.
As apresentações serão de quinta a domingo. O flyer tá logo abaixo.
9/27/2011
9/23/2011
9/15/2011
Festa 3 anos Acústico Mundo Livre + lançamento 1º Cd do Programa

O programa Acústico Mundo Livre da rádio Mundo Livre Fm, está comemorando seu terceiro ano de sucesso, e aproveita a data para realizar o lançamento do 1º Cd do programa, que será um material exclusivo, onde as canções foram gravadas especialmente para esse Cd.
A Festa acontecerá no próximo dia 16 de setembro no Jokers Pub, e terá no palco 14 artistas participantes do cd.
9/01/2011
2ª Noite De Inverno em fotos - Beto Só
2ª Noite De Inverno em fotos
8/31/2011
quando a porta abre
As folhas secas pelo inverno no chão do quintal tingem o dia de um vermelho que quase não se vê, perdido nas manchas rubras que o tempo carrega sobre elas. O dia de sol abre o céu no prédio de vidro azul e a grama cortada, e molhada, se agarra em minhas pernas
Mas, teu rosto reflete a mesma aflição que vê no meu. E eu fico sem palavras sempre que chego em casa. Quando a porta se abre antes mesmo do rodar da chave, ganho meu melhor momento do dia. Só quero um abraço.
Nunca busquei a proteção, mas encontrar aquele olhar no fim do dia é o máximo que quero querer hoje. E é quase mais do que posso suportar quando a saudade bate na porta anunciando que a madrugada chegou,
Irreprimível e imbatível, entardecer após entardecer
Trazendo nos ombros o peso de outro dia que escorregou da palma das mãos abertas, e sujas da terra remexida que se mistura com a pintura azul escura da unha descascada na ponta.
Não, não pinto minhas unhas de vermelho há muito tempo. Não se espante.
Até que o alvorecer receba os carros e, quem sabe, tinja aquele pedaço de céu com os vários tons que o vermelho traz em si, passeando em alaranjados brincalhões que fazem meu peito quase parar naquela curva
Só pra se iludir que o tempo é meu e que podemos fazer o que quiser com ele. E podemos. Não é? Mas, nem sempre quero. Ou nem sempre sei que podemos. Às vezes, tudo é meio escuro mesmo em dias como os de anteontem. Noutros, o cinza que cobre o céu abre no sorriso a tranqüilidade de quem sabe quem tem ao lado. E encontra a felicidade logo depois daquele portão.
Mas, teu rosto reflete a mesma aflição que vê no meu. E eu fico sem palavras sempre que chego em casa. Quando a porta se abre antes mesmo do rodar da chave, ganho meu melhor momento do dia. Só quero um abraço.
Nunca busquei a proteção, mas encontrar aquele olhar no fim do dia é o máximo que quero querer hoje. E é quase mais do que posso suportar quando a saudade bate na porta anunciando que a madrugada chegou,
Irreprimível e imbatível, entardecer após entardecer
Trazendo nos ombros o peso de outro dia que escorregou da palma das mãos abertas, e sujas da terra remexida que se mistura com a pintura azul escura da unha descascada na ponta.
Não, não pinto minhas unhas de vermelho há muito tempo. Não se espante.
Até que o alvorecer receba os carros e, quem sabe, tinja aquele pedaço de céu com os vários tons que o vermelho traz em si, passeando em alaranjados brincalhões que fazem meu peito quase parar naquela curva
Só pra se iludir que o tempo é meu e que podemos fazer o que quiser com ele. E podemos. Não é? Mas, nem sempre quero. Ou nem sempre sei que podemos. Às vezes, tudo é meio escuro mesmo em dias como os de anteontem. Noutros, o cinza que cobre o céu abre no sorriso a tranqüilidade de quem sabe quem tem ao lado. E encontra a felicidade logo depois daquele portão.
8/23/2011
Beto Só lança novo disco na 2ª Noite De Inverno
Foto: Iano Andrade
Curitiba recebe o primeiro show de lançamento de “Ferro velho de boas intenções”, terceiro CD do cantor e compositor brasiliense, que sai pelo selo Senhor F, com produção de Philippe Seabra
O cantor e compositor brasiliense Beto Só é a atração da 2ª Noite De Inverno, produzida pelo selo De Inverno Records de Curitiba, no próximo dia 27/8, no Pepper´s Bar. Ele faz na Capital paranaense o primeiro show de lançamento de seu terceiro disco, “Ferro velho de boas intenções”, que como os dois trabalhos anteriores, está saindo pelo selo Senhor F, de Brasília, com produção de Philippe Seabra (Plebe Rude). A abertura fica por conta dos locais do Humanish. O evento tem o apoio das Livrarias Curitiba e rádio Mundo Livre FM.
Além da versão física em CD, “Ferro velho de boas intenções” foi disponibilizado para download gratuito na página de Beto Só no site Trama Virtual. No show em Curitiba, Beto Só estará acompanhado da banda que integra o disco, e inclui Ju (guitarra e violão), Fábio Pereira (bateria), Tharsis Campos (baixo) e Ataide Mattos (violoncelo). No domingo (28/08), eles se apresentam em Porto Alegre, dentro das "Noites Senhor F", no bar Opinião.
A 1ª Noite De Inverno aconteceu em 18 de fevereiro último, e teve como principal atração os paulistanos do Lestics. O projeto se propõe a trazer a Curitiba artistas de destaque no cenário independente nacional, sempre acompanhados por uma banda local. O princípio é o mesmo que o selo De Inverno - criado pelos jornalistas Adriane Perin e Ivan Santos - se baseou na concepção do festival Rock de Inverno, que teve sete edições entre 2000 e 2009, com mais de 70 shows de grupos curitibanos e de outros estados brasileiros.
Serviço
2ª Noite De Inverno
Sábado – 27/08
Peppers Bar (Rua Inácio Lustosa, 496 – esquina com a Trajano Reis)
www.thepeppersbar.com.br - Abertura da casa: 21hrs
Ingresso: R$ 10 (com nome na lista até as 17h de 26/8: listapeppers@gmail.com)
No dia: R$ 15.
Contatos: deinverno2@gmail.com
Beto Só – Release e informações
Contatos: humberto.rezende@gmail.com
http://blogdobetoso.wordpress.com
Para baixar “Ferro velho de boas intenções”:
http://tramavirtual.uol.com.br/beto_so
8/15/2011
Beto Só - Ferro velho de boas intenções
BAIXE
‘Ferro-velho de boas intenções’
Olavo Rocha*
Tem que ter muita 1) coragem suicida ou 2) falta de noção ou 3) integridade artística pra lançar, a essa altura do campeonato, um disco que precisa ser ouvido com atenção. Beto Só acaba de fazer isso com seu ‘Ferro-velho de boas intenções’, e, como não se encaixa no tipo kamikaze e definitivamente não é um sujeito sem noção, o que temos aqui é um bem acabado exemplo da mais legítima integridade artística.
A música de Beto Só nunca foi do tipo que se revela inteira na primeira audição – e assim nos dispensa automaticamente da segunda, terceira, quarta etc. Se você ouvir ‘Ferro-velho de boas intenções’ sem o merecido cuidado, pode se apressar em classificá-lo como um disco triste, pessimista ou melancólico. E vai acabar incorrendo num injusto reducionismo. (Numa audição superficial você também pode achar que é um disco lindo, e aí você vai estar certo, mas mesmo assim o buraco é bem mais embaixo – porque a maior beleza destas canções não está na superfície).
Beto Só trata sim de frustração, de solidão e de fracasso. Mas faz isso sem rancor nem autoindulgência. Onde ordinariamente haveria tristeza, o brasiliense de fala tranquila coloca serenidade. No lugar da melancolia, entram em cena o entendimento e a aceitação (favor não confundir com conformismo, ninguém aqui está conformado com nada). E mais: o que brota do fundo dos versos construídos com engenhosa simplicidade é um impulso para a vida, esse intervalo de tempo breve e doído e cheio de imperfeições que Beto atravessa tentando entender sem susto, tentando fruir do melhor jeito possível.
Frustração e solidão e fracasso. E amor e amizade e coragem. E identidade. Beto Só não é igual a ninguém, porque ser igual “é a morte”. Ele está muito bem e vivo, e sua música nos faz nos sentirmos dolorosa e deliciosamente vivos também. Suas belíssimas melodias nos fazem tirar os pés do chão (não pra pular, mas pra sair flutuando por aí). E sua banda esbanja sensibilidade e segurança nos arranjos cuidadosamente arquitetados para abrigar sua voz suave e suas pausas eloquentes.
Recomendo o ‘Ferro-velho de boas intenções’ apenas pra quem tem tempo. Quero dizer, quem tem tempo pra si mesmo. Pra esses que vão ouvir e ouvir e ouvir o disco, Beto Só tem muito a dizer.
* Olavo Rocha, é cantor e compositor, vocalista da banda Lestics
E o primeiro show de lançamento de "Ferro velho de boas intenções" será na semana que vem, dia 27/08, na 2ª Noite De Inverno, no Peppers bar, em Curitiba. Infos abaixo.
8/13/2011
E vem aí o novo disco do Beto Só
"Ferro velho de boas intenções", o terceiro disco do cantor e compositor brasiliense Beto Só, será lançado na próxima segunda-feira, disponibilizado para download gratuito pela Trama Virtual. E o primeiro show de lançamento do disco será em Curitiba, no próximo dia 27/8, com abertura do Humanish, na 2ª Noite De Inverno, que acontecerá no Pepper´s Bar. Acima o teaser de lançamento do disco. E abaixo, o flyer do show.
8/11/2011
Só queria uma canção
Sei que tenho muitas músicas preferidas d'OAEOZ. Está que está aí embaixo também, acho uma das melhores da banda. Lembro de uma historinha sobre ela que não sei se é isso mesmo, mas sei que ouvi isso. Soube que é uma letra que partiu de algo que rabisquei, aqueles meus desabafos clássicos, em busca das palavras que pudessem dizer o que eu sentia. é sempre isso: eu querendo, desesperadamente, saber escrever nem digo como outros tantos que li, mas eu em busca das minhas palavras, sempre rebeldes e difíceis. Pelo jeito deixei um desses cadernos (eu escrevo em vários cadernos e blocos e folhas soltas, depois vou achando, deixei o caderno largado e ivan o achou. Ele já tinha musicado algo que eu escrevera e viu um longo escrito.
Ao que tudo indica, era eu quem queria fazer uma canção, uma canção que conseguisse dizer disso tudo que eu sinto e que, agora, ao acordar pra trabalhar e ver o blog, voltou - e me fez parar tudo só pra ouvir essa canção outra vez e lembrar disso. Lembrar da primeira vez que a ouvi, da primeira vez que a ouvi pronta e do como essa frase "eu só queria fazer uma canção pra você" me acertou e ainda tá aqui dentro de mim. Eu lembro exatamente que escrevi, com meus garranchos, várias folhas uma tentativa de falar dessa convivência linda que tenho e que faz a minha vida ter sentido. Um dia eu acho esses garranchos e saberei que foi deles que nasceu essa bela canção, com uma letra toda outra, usando só uma frase - a que dizia tudo, na verdade.
Quando a ouvi agora, outra vez, foi como se toda a tensão desses últimos meses caíssem, acho que despi a armadura e até a euforia desses últimos sete dias, desde que soube que seria contratada, se transformou em uma outra coisa. Dei uma desmontada e tive que parar tudo.
Comecei a trabalhar na sexta passada na CBN, saí da minha zona de conforto, a urgência voltou e eu entrei num redemoinho de outras emoções, absolutamente tomada pela força de fazer algo novo e tão bacana. Desde então, ouvi pouquíssima música, e meu fones estão sempre sintonizados na radio notícia.
Ao ouvir essa canção depois de tanto tempo algo se dissolveu dentro de mim e um outro algo se abriu.Lembrei da sensação de leveza por conseguir sorrir bem outra vez, a mesma que senti no Ivan ao perceber a minha mudança. Eu vi nos olhos dele a alegria por mim. É disso que eu me alimento, desse amor, dessas músicas, desses amigos e desses dias em que eu posso fazer o que eu gosto e preciso pra viver bem. Neste instante, algo aconteceu e os nós todos de tensão acabaram. Preciso de um café agora. De ouvir essa música outras vezes. Começa agora uma nova fase - e novas canções já estão nascendo também. (adriperin)
Ao que tudo indica, era eu quem queria fazer uma canção, uma canção que conseguisse dizer disso tudo que eu sinto e que, agora, ao acordar pra trabalhar e ver o blog, voltou - e me fez parar tudo só pra ouvir essa canção outra vez e lembrar disso. Lembrar da primeira vez que a ouvi, da primeira vez que a ouvi pronta e do como essa frase "eu só queria fazer uma canção pra você" me acertou e ainda tá aqui dentro de mim. Eu lembro exatamente que escrevi, com meus garranchos, várias folhas uma tentativa de falar dessa convivência linda que tenho e que faz a minha vida ter sentido. Um dia eu acho esses garranchos e saberei que foi deles que nasceu essa bela canção, com uma letra toda outra, usando só uma frase - a que dizia tudo, na verdade.
Quando a ouvi agora, outra vez, foi como se toda a tensão desses últimos meses caíssem, acho que despi a armadura e até a euforia desses últimos sete dias, desde que soube que seria contratada, se transformou em uma outra coisa. Dei uma desmontada e tive que parar tudo.
Comecei a trabalhar na sexta passada na CBN, saí da minha zona de conforto, a urgência voltou e eu entrei num redemoinho de outras emoções, absolutamente tomada pela força de fazer algo novo e tão bacana. Desde então, ouvi pouquíssima música, e meu fones estão sempre sintonizados na radio notícia.
Ao ouvir essa canção depois de tanto tempo algo se dissolveu dentro de mim e um outro algo se abriu.Lembrei da sensação de leveza por conseguir sorrir bem outra vez, a mesma que senti no Ivan ao perceber a minha mudança. Eu vi nos olhos dele a alegria por mim. É disso que eu me alimento, desse amor, dessas músicas, desses amigos e desses dias em que eu posso fazer o que eu gosto e preciso pra viver bem. Neste instante, algo aconteceu e os nós todos de tensão acabaram. Preciso de um café agora. De ouvir essa música outras vezes. Começa agora uma nova fase - e novas canções já estão nascendo também. (adriperin)
8/10/2011
Eu penso nisso todo dia - OAEOZ (2008)
Correr, fugir, me esconder, desistir, abandonar
Jogar pro alto e encontrar algum refúgio longe dessa prisão
Eu penso nisso todo dia
Até que você me olha
Daquele jeito
E eu consigo adivinhar seus pensamentos
E tudo parece quase fazer sentido
E tudo parece quase dizer a verdade
Sobre aquilo que eu nunca quis saber
Refém da armadilha do remorso
Medo, ignorância, conveniências
Mas ao me estender a mão
Você quebrou o encanto
E me fez perceber que a vida se alimenta da perda
Que a ausência é amiga do desejo
Que a fome me sacia mais que o sonho
E quando a gente se abraça mesmo sabendo que tudo pode acabar a qualquer instante
Eu me lembro daquela menina de olhos grandes e sorriso estranho
Que inundou minha vida
E me fez acreditar em algo que nem eu sei o que é
Agora procuro esquecer minha covardia e deixar o egoísmo doentio de lado
Ao menos por um momento
E lembrar que
Eu só queria fazer uma canção pra você
Pra você.
Humanish tour
Depois de dois anos na produção do disco de estreia chegou a hora da banda Humanish ir para a estrada conquistar novas plateias. Começa em Curitiba, no palco do Era Só o Que Falava, no dia 11 de agosto, a turnê que vai levar o quarteto curitibano por mais de 3 mil quilômetros a longo do Sul do País, em um roteiro com 10 shows em diferentes cidades, entre as quais as três capitais.
No repertório, as composições registradas no primeiro disco, homônimo da banda, que teve produção de um dos mais importantes profissionais brasileiros, Carlos Trilha, e cujo lançamento foi em junho passado, no Teatro Paiol, em Curitiba.
É uma turnê bem planejada e com diferenciais. O percurso será acompanhado de perto por Marcelo Cabala, artista integrante do coletivo Macondo, de Santa Maria. Ele vai manter um blog atualizado diariamente, contando todos os detalhes das noitadas capitaneadas pela Humanish. Para acompanhar tudo basta acessar a página http://turnehumanish.tnb.art.br/
Assinadas por Allan e Marano, com arranjos da banda, as composições mantém o pé fincado no rock and roll e, sem usar o contrabaixo, exploram timbres graves em guitarras barítonos, afinações diferenciadas e sintetizadores. A combinação resulta em um rock contemporâneo, vigoroso e cheio de texturas instrumentais, sem dispensar as referências da música brasileira. Allan e Marano também dividem os vocais.
A experiência de mais de uma década dos músicos se traduz em uma maturidade sonora que pesou na hora de Carlos Trilha decidir se trabalharia com o grupo. A banda curitibana o pegou pela qualidade que sentiu logo nos primeiros segundos de audição. “Ouvi meia música e liguei para o Allan na hora”, lembra. “Só no jeito de falar notei que não era mais uma bandinha amadora, mas sim pessoas com uma história”, conta.
Trilha diz ainda que curtiu a linguagem musical do quarteto curitibano e não tentou transformá-lo em produto. “Só otimizei a música. Dei algumas poucas ideias, mas a maioria foi deles”, explica. “Me apaixonei pelo som e deixei o trabalho se tornar um desafio também para mim, porque aproveitei pra testar novos limites do som. Juntos chegamos a um lugar novo – e isso é interessante”, conclui.
Circuito Fora do Eixo
Pautado nos princípios da economia solidária e no trabalho colaborativo, produtores culturais de Cuiabá (MT), Rio Branco (AC), Uberlândia (MG) e Londrina (PR) uniram-se, em 2005, com o intuito de circular bandas independentes. Essa iniciativa foi batizada de Circuito Fora do Eixo.
Noites Fora do Eixo
A Noite Fora do Eixo é um projeto encabeçado pelos pontos presentes em mais de 70 cidades do Brasil e contabilizou mais de 500 edições em 2010. A ideia do projeto, que até hoje convidou cerca de 1.500 atrações desde sua criação (e, em alguns lugares, soma à programação mostra de filmes e exposição de fotografias), é unir bandas nacionais e latino-americanas, além de DJs convidados, em atmosfera impregnada de boas vibrações.
Integrantes:
Allan Yokohama – Guitarras e Vocais
Marano – Guitarras e Vocais
Fabiano Ferronato – Bateria
Igor Ribeiro – Sintetizadores e Sax
Serviço
Humanish e Labrador
Dia 11 às 22h
Era Só que Faltava (Av. República Argentina, 1334) - 41 3342-0826
R$ 15 e R$10 (nome na lista lista@faltava.com.br
Agenda de shows:
1 Curitiba 11/8/2011 - Era só o que Faltava
2 Rio Do Sul 12/8/2011 - Sede do Coletivo Barriga Verde
3 Joinvile 13/08/2011 - Bar Pixel
4 Floripa 14/08/2011 Taliesyn Rock Bar
5 Caxias do Sul 17/08/2011 - Aristos London House
6 Erechim 18/08/2011 - Leprechaun Pub
7 Santa MAria Ou Santa Cruz 19/08/2011
8 Pelotas 20/08/2011 - Galpão
9 Esteio 21/08/2011 - Espaço 711
10 Porto Alegre 22/08/2011 - Casa de Cultura Mário Quintana
Blog e redes:
http://turnehumanish.tnb.art.br/
@humanishrock
Facebook.com/humanish
7/28/2011
Mordida 1: Um convite à felicidade!

Tem bandas que se esforçam para soar alto astral. Outras, simplesmente o são! Com tamanha naturalidade que sua sonoridade se torna, organicamente, irresistível. Basta ouvir e se deixar levar pelo som. Pode ser um timbre, uma palavra, uma frase, um "riff", o jeito de cantar ou tocar... Com a Banda Mordida, de Curitiba, é bem assim! Precisei menos de duas audições para me sentir apaixonada por “Mordida 1”, o primeiro álbum da banda, que já tem outros seis títulos na mochila.
No percurso iniciado em 2003, a Mordida conseguiu firmar uma personalidade muito própria, que se alimenta de referências 60’s e 80’s, com ecos notáveis de fontes nacionais, combinadas com bom gosto e informação musical às matrizes estrangeiras. Da primeira à última faixa, a Banda oferece um passeio, bastante pessoal, pelo vasto rol das possibilidades abertas pelo rock pop contemporânea. Tudo com a maturidade de quem jamais quis o retorno rápido e esquecível.
Mordida sempre procurou um outro caminho – o seu próprio. Ao ouvir esse disco, o que já era evidente ficou mais óbvio: a Mordida encontrou a sonoridade que tem o seu jeito. No miolo das músicas, ainda mais fortes dessa vez, letras que falam da vida a dois, do cotidiano de relações felizes, com uma leveza inebriante, que em nada soa forçada ou "fake". A sensação gostosa de ouvir essas canções vem da organicidade e originalidade que unem, com naturalidade, as 11 faixas deste “Mordida 1”.
Rockabilly, electro rock, sintetizadores, rock gaúcho, jovem guarda, soul, barulhinhos, climas retrô, sopros, harmônicas, assobios, citações e referências locais. Tem tudo nesse disco: os ensinamentos Mutantes e toda inspiração que vem dos anos 60, 70, 80, 90, 00. Tem ainda o tempero discreto do sotaque gaúcho, que segue no jeitão com um quê de deboche de Paulo de Nadal cantar. A gente vai de um estilo a outro, de um ambiente musical para o outro, conectados por vinhetas, latidos e sons da cidade. Tudo muito sutil e bem colocado. É um conjunto que traz, na essência, a força de uma autêntica obra rock, com pegada pop, regada a momentos que são convites irresistíveis pra sair rodando pelo salão.
O álbum abre com a irresistível “Free Connection”. Segue no mesmo pique com “Borboletas da Estação”, que traz aquele teclado que imprimiu uma das primeiras marcas da banda. Depois, ele foi ganhando a companhia dos sopros e de todo um outro universo de sons, em arranjos que formam o novo mundo no qual a banda curitibana se revela – e nos conquista!
Se no EP anterior não tinha uma faixa sequer para ‘pular’, este álbum veio igual, só que com mais músicas. Quanto mais ouço, mais forte as canções ficam – e mais difícil de destacar uma única entre tantas de passagens de beleza ímpar, como “União Estável”, “Dia Comum”, Previsível”, “Aline” e “Workaholic”.
Com uma harmônica aqui, assobios ali, referências “nossas” acolá, e os sopros bordando o disco todo, a Banda Mordida atingiu um novo patamar, não só em sua trajetória, mas também dentro do cenário da música brasileira.
... e quando eu achei que eles já tinham feito tudo que podiam, veio ‘Seu Gambato’ (“Aline”) quase no finalzinho, com seu clima psicodélico... daí ferrou, o player já volta automaticamente para a primeira faixa e quando me dou conta já tô dançando ao som de Free Connection” outra vez!
Adriane Perin
MORDIDA lança seu primeiro álbum
Banda curitibana apresenta “Mordida 1” em festa no Jokers
MORDIDA, banda de rock autoral formada por Paulo de Nadal, Zé Ivan, Luiz Bodachne e Ivan Rodrigues, lança o disco “Mordida 1“ na próxima quhttp://www.blogger.com/img/blank.gifarta-feira (3/8), no Jokers Pub Café. Para a festa de lançamento, o grupo preparou um show especial com o repertório do novo álbum, com início às 21h.
“Mordida 1” é o primeiro long play que traz uma produção minunciosa dos quatro rapazes, junto a músicos convidados. O disco promete uma evolução natural do trabalho do grupo, que já tem seis EP’s virtuais lançados. Quem comparecer à festa do Jokers, levará gratuitamente o cd para casa. O material também estará disponível para compra e/ou download no site da banda: www.mordida.art.br
Lançamento “Mordida 1”
Quarta-feira, 3/8/2011
A partir das 20h – Show às 21h
No Jokers – R. São Francisco, 164
Entrada + Cd a R$ 15,00
7/23/2011
Lu "jardinadora"
A gatinha lu (jardinadora) é uma das mais velhas da casa. é das mais difíceis de fotografar. e por isso, era a que tava faltando aqui, da "família bichos". a lu nasceu lá na casa das jabuticabas e ela teve sua fase "punk". lembro de pega-la saindo de um porcaria de bueiro, numa manhã neblinada e gelada de Curitiba. Toda pequenina, miudinha, pensei, e andando pelas quebradas... doce adolescência! ela também era uma das poucas, na ninhada, que curtia ficar na frente de casa, no jardim, a "Lu jardinadora".
O tempo passou e ela soreviveu, junto com a Tigra. Ficou mais tagarela com o passar do tempo e hoje em dia é bem "dona do pedaço" em casa. Não tem muito saco pras gatinhas mais novas, e escolhe, de tempos em tempos, um novo lugar pra ficar dormindo e, volta e meia, esse lugar é nosso quarto. Também some nas redondezas dos fundos e pelos telhados. Ah, ela também acha que é minha dona e que estou a disposição dela... vê se eu aguento!!!(adri)
Gruvox lança novo clipe
É hoje em show com Macedônia e DJ Ivanovick - 
A banda Gruvox, formada por veteranos da cena musical curitibana, lança neste sábado mais um videoclipe. A direção é de Renato Larini, que também assina a animação e edição do trabalho. Larini é responsável pelo site Antifonia (www.antifonia.com.br) , onde exibe sua vasta obra em stop motion, motion graphics design e outras técnicas de videoarte. O clipe, captado em Londres e finalizado em São Paulo , será exibido em telão, junto a outros trabalhos do Antifonia.
Gruvox trabalha ritmos pungentes e muito peso recheando suas letras de vertente poética. O vídeo foi realizado sobre a canção “Onde a Fome Espanto”, faixa de seu terceiro álbum, “Tudo que se Pode a Zero Grau”, lançado em 2009, cujo show o grupo segue trabalhando. O álbum pode ser baixado no site da Trama Virtual (www.tramavirtual.com.br/gruvox).
O show acontece em uma festa no bar Dom Corleone, com a pista animada pelo cultuado DJ Ivanovick (Rádio Tirana). Dividindo o palco, o som pesado com nuances grunge da banda Macedônia, power trio curitibano que está em turnê pelo Brasil e prepara novo álbum produzido por Fábio Banks (ex-Zigurate). Ouça Macedônia no My Space (www.myspace.com/macedoniademo).
Serviço:
Gruvox e Macedônia
Pista: DJ Ivanovick
Vídeos: Renato Larini
Bar Dom Corleone
(Rua Constantino Marochi, 710 – Juvevê – fone: 3353-6626)
R$7 (até 22h) – R$10 (após 22h)
Foto: Divulgação
Assessoria: Ateliê de Redação (41 9982-0733)

A banda Gruvox, formada por veteranos da cena musical curitibana, lança neste sábado mais um videoclipe. A direção é de Renato Larini, que também assina a animação e edição do trabalho. Larini é responsável pelo site Antifonia (www.antifonia.com.br) , onde exibe sua vasta obra em stop motion, motion graphics design e outras técnicas de videoarte. O clipe, captado em Londres e finalizado em São Paulo , será exibido em telão, junto a outros trabalhos do Antifonia.
Gruvox trabalha ritmos pungentes e muito peso recheando suas letras de vertente poética. O vídeo foi realizado sobre a canção “Onde a Fome Espanto”, faixa de seu terceiro álbum, “Tudo que se Pode a Zero Grau”, lançado em 2009, cujo show o grupo segue trabalhando. O álbum pode ser baixado no site da Trama Virtual (www.tramavirtual.com.br/gruvox).
O show acontece em uma festa no bar Dom Corleone, com a pista animada pelo cultuado DJ Ivanovick (Rádio Tirana). Dividindo o palco, o som pesado com nuances grunge da banda Macedônia, power trio curitibano que está em turnê pelo Brasil e prepara novo álbum produzido por Fábio Banks (ex-Zigurate). Ouça Macedônia no My Space (www.myspace.com/macedoniademo).
Serviço:
Gruvox e Macedônia
Pista: DJ Ivanovick
Vídeos: Renato Larini
Bar Dom Corleone
(Rua Constantino Marochi, 710 – Juvevê – fone: 3353-6626)
R$7 (até 22h) – R$10 (após 22h)
Foto: Divulgação
Assessoria: Ateliê de Redação (41 9982-0733)
7/19/2011
Toca um Rrrrróoooooque! pro Gus

Silvia Macedo lembra no facebook que hoje é o aniversário de seu irmão, Gus, Emerson Gus, nosso amigo e músico das bandas Loaded e Sofia. Com as duas ele tocou no Rock de Inverno. Aqui, foto de uma das sessões de fotos que fizemos, acho que pro segundo Rock de Inverno. Lá em casa, ou melhor, na "famosa" casa das jabuticabas. Outro dia, mexendo na caixa de fotos achei e gostei dessa foto, desse olhar do Gus, nos dando uma flor - acompanhada, claro, dos belos movimentos que tirava de sua guita.
No vídeo, do Marcelo Borges, show do Rock de Inverno 2, com certeza, em 2001, no Teatro Antonio Carlos Kraide. Lembro bem do Gus e do Edson conversando comigo pro vídeo, falando de música naquele teatro vazio...
Taí, Gus, pra gente matar a saudade. Toca um Rrrróóóque pra nós, aí. Pode saber que a gente vai ouvir! (adri
7/17/2011
Beto Só - Tempo Cruel - novo single
Dia 27 de agosto, acontece a 2ª Noite De Inverno, desta vez no Peppers Bar, com o Beto Só, de Brasília, lançando seu terceiro disco. Acima e no site do Senhor F, você pode conferir e baixar o segundo single do disco. Nos vemos lá em agosto.
7/15/2011
o que eu faço...
7/13/2011
quando esse galo canta volto a ser criança
Toda vez que esse galo canta no terreno ao lado eu volto um pouco a ser criança. Em insônia, já o ouvi cantarolando madrugada adentro - antes do horário madrugador desses bichos que costumam marcar a hora de pular da cama no interior. Ou, pelo menos, era assim, no meu tempo de interior. Hoje, não deixei pra depois e fui conferir o tal pra ver se era garboso como costumam ser essas aves.
Eles estufam o peito, donos do pedaço, e soltam a voz. Não tem pra ninguém. Me pendurei no muro dos fundos e pedi uma pose. Ele não se fez de rogado, estufou os pulmões e mandou ver, sempre com aqueles olharzinhos pra lá de irriquietos, ariscos, só medindo o indivíduo de longe. Assim eles nos confundem. Mas, vc sabe, instintivamente, que ele está (ou pretendia) olhando pra você, mesmo fazendo de conta que não. As galinhas, elas sempre estão por perto, ciscando por ali, logo se achegaram pra ver o que tava pegando.
Sempre houveram galos e galinhas nas casas onde morei - até aqui, minha mãe tinha um galo de estimação, acreditem se quiserem mas eu vi várias vezes ele atendendo o pedido de cantoria, feito um cachorrinho que vem quando a gente chama, e sem perder a altivez. Em relação a elas, numa mais fui próxima depois que, ainda bem pequena mesmo (e lembro disso até hoje, eu não tinha nem 5 anos eu acho), tentei ajudar uma cujos pintinhos estavam indo pruma enorme valeta e já não conseguiam mais sair sozinhos. E a idiota me atacou. Baita covardia dela, eu era muito pequena e só tava querendo ajudar. Nunca esqueci aquela agressividade e até entrei em galinheiro depois pra recolher os ovos, mas sempre com um pé atrás.
As voltas que a gente dá. Acabei me aquietando numa casa que me chamou a atenção exatamente pela cara de casa da vó Ina, que se abriu pra mim assim que botei os olhos naquela janela da cozinha que dá pro quintal. Só depois fui perceber que uma das divisas era com um pomar e que ali as galinhas ficavam pra lá e pra cá com seu próprio "ronronar" ou "arrulhar" (não sei a palavra correta, mas é o correlato a isso), entre árvores e um chão coberto do que delas cai.
E volta e meia, ainda hoje, me surpreendo com o túnel do tempo que é o canto desses galos bonitos. É um canto que me chama para os fundos da casa e que tira da memória os ruídos dos carros, abrindo espaço para eu me dar conta dos sons do nosso quintal: pássaros, folhas dançando com o vento,e vice-versa,os abacates caindo do pé...e o dia volta a ser bom, sempre que consigo parar tudo e fazer isso. (óbvio que esse é um texto da adri)
7/12/2011
Acervo De Inverno - fotos


Outro dia comentei que voltei a remexer numa caixa cheia de fotos - desde os tempos de faculdade. Como o texto anterior fala do Cores d Flores e da amizade que nasceu, vou começar com fotos de uma gig que reuniu uma moçada de prima lá na casa das jabuticabas. Essas primeiras foram feitas no sotão onde OAEOZ se fez e onde, muitas vezes, curti as maiores sonzeras com alguns dos melhores músicos do Brasil - e nossos amigos. Tem mais fotos do Cores, claro, com suas várias formações, quase sempre feitas para divulgação do Rockde Inverno. E tem aqueles momentos "nas internas": Tem fotos de uma festa com a Vivi e as filhas do Marcelinho pirando numas bexigas, sob o olhar louco pra entrar na festa do Dogui.
Achei tb um monte de fotos d'OAEOZ, as primeiras; inclusive, um registro do show de lançamento oficial da De Inverno, no Espaço Arte e Cultura Brasil Telecom -o show, pelo que lembro era do Camarão, mas os músicos eram OAEOZ. Achei sessões de foto para a divulgação do primeiro Rock de Inverno (lembram do Madeixas?)
Ishi, são muitas. Começo, então, com essa gig com Mari, Mackoy, Ivan, Rodrigo, Camarão, Igor, Rubens, Striq, Cássio...eu e marcelo tb estávamos lá.(Adri)E aqui embaixo eu e minha amiga Mariele.
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